Discurso em homenagem às vítimas do acidente aéreo na Colômbia

Discurso do ministro José Serra por ocasião da homenagem à Chapecoense – Medellín, 30 de novembro de 2016

¡Muchas gracias, Colombia!
De corazón, ¡muchísimas gracias!
En estos momentos de gran tristeza, inmensa para las familias, para nosotros todos, las expresiones de solidaridad que aquí encontramos, como la solidaridad que trae cada uno de ustedes, colombianos e hinchas del Atlético, acá, en el Atanasio Girardot, nos ofrecen un grado de consuelo inmenso, una luz en la oscuridad, cuando todos estamos intentando compreender lo incompreensible.
Los brasileños no nos olvidaremos jamás la forma como los colombianos sintieron como suyo el terrible desastre que interrumpió el sueño de ese heroico equipo de Chapecoense. Una especie de cuento de hadas con final de tragedia.
Así como no olvidaremos la actitud del Atlético Nacional y de todos sus hinchas que pidieron que se les concediera el título de campeón de la Copa Sudamericana al Chapecoense. Un gesto que honra al deporte, al deporte de toda parte y al deporte colombiano. Y que honra a esta querida ciudad de Medellín y que hace aún más grande a los “verdolagas”
Tras el ocurrido en esta fatídica noche del 28, Brasil despertó perplejo para la dura realidad de una fiesta que no hubo, para la expectativa frustrada de un partido histórico para Chapecó que ya no se podrá realizar. Para el dolor inmenso de la pérdida.
Pero quizás no sea una casualidad que los colores del Chapecoense, así como los del Atlético Nacional, sean verde y blanco: esperanza y paz. Más allá de la tragédia, que victimó también a periodistas y miembros de la tripulación, las inúmeras manifestaciones de cariño hacia la Chape en Brasil, en Colombia y en todo el mundo, son testigos de la importancia de la nobleza del deporte como catalizador de los mejores sentimientos humanos, como arma para combatir la intolerancia, como instrumento para construir un mundo mejor.
¡Muchas gracias!
¡Muchas gracias, Colombia!
¡Muchas gracias, Medellín!
¡Muchas gracias, Atlético Nacional!
¡Muchas gracias a toda la gente que aquí está!
Quiero aquí decir que vine aquí junto con el Ministro de Cultura, Roberto Freire, y con el Alcalde de Chapecó, Luciano Buligon, que aquí estuvo, aquí está y aquí se quedará para atender a su gente y a los familiares de su gente.
Quiero decir también que, en la persona de Juan Carlos Acosta, del Atlético de Medellín, yo concentro mi abrazo y mi agradecimiento.
Al Alcalde de Medellín, Federico Gutiérrez, y a todos ustedes, a cada uno, quería dar mi abrazo personal, muy apretado. Y decirles de la emoción de acá escuchar un himno que ustedes compusieron esta noche, en homenaje a estos brasileños.
¡Es una emoción muy grande! Quiero decirles que en toda mi vida no tuve una emoción semejante.
¡Muchas gracias, Colombia!

Muito obrigado, Colômbia.
De coração, muitíssimo obrigado.
Nesses momentos de grande tristeza para famílias e para todos nós, as expressões de solidariedade que aqui encontramos, como a solidariedade que traz cada um de vocês, colombianos e torcedores do Atlético Nacional, aqui, no Atanásio Girardot, nos oferecem um grau de consolo imenso, uma luz na escuridão, quando todos estamos tentando compreender o incompreensível.
Os brasileiros não esqueceremos jamais a forma como os colombianos sentiram como seu o terrível desastre que interrompeu o sonho da equipe da Chapecoense. Uma espécie de conto de fadas com final de tragédia.
Assim como não esqueceremos a atitude do Atlético Nacional e de todos seus torcedores que pediram para que se conceda o título da Copa Sul-americana à Chapecoense. Um gesto que honra o esporte – o esporte de toda parte e o colombiano –, que honra a essa querida cidade de Medellín e que torna os “verdolagas” ainda maiores.
Depois do ocorrido nessa fatídica noite de 28 de novembro, o Brasil acordou perplexo para a dura realidade de uma festa que não houve, para uma expectativa frustrada de uma partida histórica para Chapecó, que já não poderá ser realizada. Para a dor imensa de uma perda.
Talvez não seja uma coincidência que as cores da Chapecoense, assim como as do Atlético Nacional, sejam verde e branco: esperança e paz. Além da tragédia que vitimou também jornalistas e membros da tripulação, as inúmeras manifestações de carinho à Chape no Brasil, na Colômbia e no mundo todo, são testemunhos da importância da nobreza do esporte como catalisador dos melhores sentimentos humanos, como arma para combater a intolerância, como instrumento para construir um mundo melhor.
Muito obrigado!
Muito obrigado, Colômbia!
Muito obrigado, Medellín!
Muito obrigado, Atlético Nacional!
Muito obrigado a todos os que estão aqui!
Quero aqui dizer que vim junto do ministro da Cultura, Roberto Freire, e com o prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, que aqui esteve, aqui está e aqui permanecerá para atender a seu povo e aos familiares de seu povo.
Quero dizer também que, na pessoa de Juan Carlos Acosta, do Atlético de Medellín, concentro meu abraço e meu agradecimento.
Ao prefeito de Medellín, Federico Gutiérrez, e a todos vocês, queria dar o meu abraço pessoal a cada um, muito apertado. E dizer da emoção de aqui escutar um hino que vocês compuseram esta noite, em homenagem a esses brasileiros.
É uma emoção muito grande! Quero dizer-lhes que em toda minha vida, não tive uma emoção semelhante.
Muito obrigado, Colômbia!

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