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	<title>Arquivos José Serra | José Serra</title>
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	<title>Arquivos José Serra | José Serra</title>
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		<title>Cinquenta Anos esta Noite &#8211; o golpe, a ditadura e o exílio &#8211; Editora Record (2014)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Oct 2021 15:21:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cinquenta Anos esta Noite &#8211; o golpe, a ditadura e o exílio &#8211; Editora Record (2014) Refletindo sobre as origens e os desdobramentos do golpe militar, Serra emprega sua experiência...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>Cinquenta Anos esta Noite &#8211; o golpe, a ditadura e o exílio &#8211; Editora Record (2014)</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Refletindo sobre as origens e os desdobramentos do golpe militar, Serra emprega sua experiência para conceber este que poderia ser um livro de memórias, não se tratasse também de uma análise destinada a dissecar questões que ainda permanecem na ordem do dia no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>O Sonhador que Faz &#8211; Editora Record (2002)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2021 15:44:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Sonhador que Faz &#8211; Editora Record (2002) A biografia escrita pelo jornalista Teodomiro Braga, composta por uma série de entrevistas, faz uma viagem completa pela vida de Serra, desde...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>O Sonhador que Faz <em>&#8211; </em>Editora Record (2002)</strong></h1>
<p style="text-align: center;">A biografia escrita pelo jornalista Teodomiro Braga, composta por uma série de entrevistas, faz uma viagem completa pela vida de Serra, desde a infância até sua entrada na vida pública.</p>
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		<item>
		<title>Ampliando o Possível – a Política de Saúde do Brasil &#8211; Editora Campus (2000)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Oct 2021 15:49:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ampliando o Possível – a Política de Saúde do Brasil &#8211; Editora Campus (2000) Reúne textos de um ministro da saúde empenhado em acrescentar mais anos às vidas dos brasileiros...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>Ampliando o Possível – a Política de Saúde do Brasil &#8211; Editora Campus (2000)</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Reúne textos de um ministro da saúde empenhado em acrescentar mais anos às vidas dos brasileiros e mais vida a esses anos, como costumava repetir. Apresenta propostas e descreve a luta para concretizar o sonho de um atendimento universal e integral a saúde.</p>
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		<item>
		<title>Reforma Política no Brasil &#8211; Editora Siciliano (1995)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Oct 2021 16:06:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Reforma Política no Brasil &#8211; Editora Siciliano (1995) Em contribuição para o debate público, José Serra reflete nesta obra sobre os problemas do País com seriedade analítica e elevado senso...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>Reforma Política no Brasil &#8211; Editora Siciliano (1995)</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Em contribuição para o debate público, José Serra reflete nesta obra sobre os problemas do País com seriedade analítica e elevado senso de responsabilidade pública.</p>
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		<title>Manual dos Direitos do Trabalhador &#8211; Senado Federal (1994)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 17:01:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Manual dos Direitos do Trabalhador &#8211; Senado Federal (1994) Principal responsável pela criação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o atual Seguro-Desemprego, José Serra versa nesta obra sobre...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>Manual dos Direitos do Trabalhador &#8211; Senado Federal (1994)</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Principal responsável pela criação do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e o atual Seguro-Desemprego, José Serra versa nesta obra sobre os direitos dos trabalhadores no Brasil.</p>
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		<title>Orçamento no Brasil: as Raízes da Crise &#8211; Editora Atual (1994)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 16:56:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Orçamento no Brasil: as Raízes da Crise &#8211; Editora Atual (1994) Há quem diga que os anos 1980 foram o enterro da expansão vivida nos anos 1970, que ficaram conhecidos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;"><strong>Orçamento no Brasil: as Raízes da Crise &#8211; Editora Atual (1994)</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Há quem diga que os anos 1980 foram o enterro da expansão vivida nos anos 1970, que ficaram conhecidos como Milagre Econômico. Doutor em Economia pela Cornell University, Serra aborda as razões da crise no País na virada da década.</p>
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		<title>Parlamentarismo ou Presidencialismo? República ou Monarquia? &#8211; Editora Contexto (1993)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 17:36:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Parlamentarismo ou Presidencialismo? República ou Monarquia? &#8211; Editora Contexto (1993) No momento em que se decidia a forma e sistema de governo, Serra e outros pensadores apresentaram as principais ideias...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Parlamentarismo ou Presidencialismo? República ou Monarquia? &#8211; Editora Contexto (1993)</h1>
<p style="text-align: center;">No momento em que se decidia a forma e sistema de governo, Serra e outros pensadores apresentaram as principais ideias das diferentes correntes de pensamento que defendem posições opostas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Brasil sem Milagres &#8211; Editora Klaxon (1986)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação José Serra]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Sep 2021 17:44:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil sem Milagres &#8211; Editora Klaxon (1986) Obra organizada pelo Professor José Augusto Guilhon Albuquerque com prefácio do então senador Fernando Henrique Cardoso, grande companheiro de lutas de José Serra.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h1 style="text-align: center;">Brasil sem Milagres &#8211; Editora Klaxon (1986)</h1>
<p style="text-align: center;">Obra organizada pelo Professor José Augusto Guilhon Albuquerque com prefácio do então senador Fernando Henrique Cardoso, grande companheiro de lutas de José Serra.</p>
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		<title>Criminalizando a política fiscal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2019 16:43:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É preciso compreender os detalhes da PEC 186 antes de aprovar o texto do jeito que está O Estado de S.Paulo 12 de dezembro de 2019 &#124; 03h00 A sociedade...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="row">É preciso compreender os detalhes da PEC 186 antes de aprovar o texto do jeito que está</div>
<div class="row"></div>
<div class="row">O Estado de S.Paulo<br />
12 de dezembro de 2019 | 03h00</p>
<p>A sociedade brasileira ficou mais atenta à difícil situação das contas públicas depois de enfrentar uma das maiores contrações econômicas da nossa História. Paralelamente, vem ganhando mais atenção a agenda legislativa voltada para as condições financeiras do Estado, tornando-o mais capacitado para investir e entregar serviços públicos de qualidade.</p>
<p>As medidas anunciadas pelo governo para enfrentar o desequilíbrio fiscal devem ser analisadas com cautela e sem maiores impulsos ideológicos. Corre-se o risco de criar um estado de emergência fiscal que criminalizaria o avanço de qualquer agenda social no Congresso. Paradoxalmente, o “pacotaço” endossado pela equipe econômica se choca com a própria agenda do Poder Executivo na área da saúde e do emprego.</p>
<p>Para lidar com os desajustes no Orçamento o Ministério da Economia faz uma aposta do tipo all-in – tudo ou nada – no teto de gastos, introduzido na Constituição pelo Congresso em 2016 para limitar o crescimento da despesa pública. A regra do jogo é simples: se a despesa crescer a um ritmo acima da inflação, o poder público ficará submetido a um conjunto de medidas de controle de gastos conhecidas como “gatilhos fiscais”.</p>
<p>Esse teto ainda não foi rompido, motivando o Ministério da Economia a elaborar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n.º 186. Em linhas gerais, cria-se um “estado de emergência fiscal” para antecipar a vigência dos “gatilhos fiscais” do teto de gastos. Em outras palavras, o setor público não poderia contratar funcionários – exceto para repor aposentadorias – e tampouco criar outras despesas obrigatórias e incentivos tributários nessa situação de emergência fiscal.</p>
<p>Note-se que as economias orçamentárias em áreas cuja atuação estatal é ineficiente não poderão ser utilizadas para financiar novos gastos obrigatórios em setores sociais mais prioritários. Nesse novo regime fiscal, que deve vigorar por vários anos, o presidente da República ou os chefes dos Poderes Legislativo e Judiciário que autorizarem novas despesas ou incentivos fiscais estarão descumprindo a Constituição e, portanto, cometerão crime de responsabilidade e contra as finanças públicas.</p>
<p>As consequências são graves. A gestão fiscal ficará mais arriscada para o burocrata que corriqueiramente autoriza despesas sob a sombra da fiscalização do Tribunal de Contas da União. Além disso, a medida impedirá o avanço de novos programas na área social, tendo em vista que as políticas públicas da educação, da saúde e da segurança, por exemplo, geralmente envolvem a criação de despesas obrigatórias.</p>
<p>Economistas e políticos que se vêm manifestando a favor da PEC 186 não percebem que a ideologia prejudica uma visão imparcial do caminho encantado apresentado pela equipe econômica. Ignora-se por completo a literatura internacional especializada em finanças públicas: governos sempre ponderam custos políticos associados ao descumprimento das regras fiscais, ignorando-as quando há engessamento elevado da discricionariedade política na gestão fiscal. No caso brasileiro, cabe lembrar que um presidente da República já sofreu impeachment por ter negligenciado regras fiscais.</p>
<p>Na prática, a PEC 186 impede o avanço da agenda social apoiada pelo governo. Trata-se de uma estratégia do tipo “tocar fogo na casa para assar o leitão” – expressão que serviu de título para meu último artigo neste espaço.</p>
<p>Por mais incoerente que possa parecer, a PEC 186 travaria o desenvolvimento do programa Médicos pelo Brasil, criado pela Medida Provisória (MP) n.º 890. Na semana passada, o Parlamento aprovou essa iniciativa do governo, que aumentará o atual número de 6 mil médicos para atender comunidades em áreas afastadas para cerca de 45 mil. Afinal, são novas despesas obrigatórias que não poderiam ser realizadas durante a vigência do estado de emergência fiscal.</p>
<p>Na área do emprego também existem incoerências. A MP 905 pretende estimular a contratação de jovens isentando as empresas de pagarem tributos sobre a folha de salários. No entanto, o presidente da República não poderá criar renúncias tributárias enquanto vigorar a emergência fiscal da PEC 186.</p>
<p>Feitos os alertas, é preciso reconhecer a urgente necessidade de controlar o crescimento dos gastos para que os agentes econômicos possam restabelecer a confiança na sustentabilidade da dívida pública. Uma boa expectativa em relação ao equilíbrio das contas públicas induz à redução de juros e pode funcionar como fator de atração dos investimentos públicos e privados necessários para dinamizar a economia brasileira. Emprego e renda são consequências de uma economia dinâmica e pujante.</p>
<p>Mais ainda, o processo de consolidação fiscal não deve ir pelo caminho das sanções administrativas que impedem o avanço da agenda social. A crise econômica deixou sequelas graves na sociedade brasileira, aumentando as desigualdades e a pobreza extrema. As manifestações que ocorrem na América Latina, especialmente no Chile, devem ser consideradas parte do contexto.</p>
<p>As decisões políticas – no Brasil e no mundo – são muitas vezes guiadas por motivações ideológicas, sejam elas adotadas em favor de políticas fiscais expansionistas ou contracionistas. Contudo o desequilíbrio das contas públicas não justifica um estado de emergência fiscal incoerente, fruto de rompantes ideológicos que dispensam uma análise consistente e transparente dos cortes orçamentários pretendidos pelo governo.</p>
<p>Enfim, é preciso compreender os detalhes da PEC 186. Aprovar o texto do jeito que está significa criminalizar a política fiscal. O governo não poderá avançar com boa parte da sua agenda, como desonerar a folha de salários das empresas. O Congresso não poderá aprovar programas da sua agenda social. E mais um presidente da República poderá sofrer impeachment por criar despesas não autorizadas em lei.</p>
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		<title>Dá para fazer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cintia Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 17:38:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deveríamos seguir logo o norte apontado pelos ganhadores do Nobel de Economia deste ano O Estado de S.Paulo 24 de outubro de 2019 Nunca é demais insistir na importância de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Deveríamos seguir logo o norte apontado pelos ganhadores do Nobel de Economia deste ano</p>
<p>O Estado de S.Paulo<br />
24 de outubro de 2019</p>
<p>Nunca é demais insistir na importância de retomar o crescimento econômico sustentado para aumentar o bem-estar social. Mas sem uma estratégia de país, como argumentou Celso Lafer em seu último artigo nesta página, não se vai muito longe. Isso envolve a fixação de objetivos que deem continuidade aos avanços das últimas décadas, enquanto o crescimento econômico não vem. Os ganhadores do Nobel nos ensinam que é possível melhorar muito a qualidade de vida das pessoas avaliando políticas públicas e apostando nas mais efetivas.</p>
<p>Entre os anos 1940 e os anos 1980, o Brasil crescia a uma média anual de 7% acima da inflação. Nos quatro decênios posteriores, a média caiu a menos de um terço desse ritmo. Para ter claro, o PIB brasileiro dobrava a cada dez anos, entre a década de 40 e a de 80, e passou a crescer pouco mais de 20% por década entre os anos 1980 e 2019. O PIB per capita, por sua vez, que avançava a 4,2% ao ano no primeiro período, passou a crescer abaixo de 1%.</p>
<p>A desaceleração da economia brasileira tem raízes profundas. Cometemos erros sistêmicos que deixaram o Brasil à margem do processo de desenvolvimento observado em outros países emergentes, como a Coreia do Sul. Lá, investe-se pesadamente em educação desde os anos 1980. Nós seguimos pouco integrados à economia mundial e temos deixado a indústria de transformação perder cada vez mais participação no PIB. Desemprego e ociosidade altos combinados com inflação baixa são os mais claros sinais de que o motor não vai bem.</p>
<p>Mas houve avanços, de 1980 para cá, apesar da forte desaceleração do PIB. Fizemos a transição de uma ditadura para um regime democrático, aprovamos a Constituição de 1988, tiramos do papel o Sistema Único de Saúde – universal e integral –, garantimos o acesso de milhões de brasileiros à escola, debelamos a superinflação, por meio do Plano Real, e avançamos bastante na gestão dos recursos públicos.</p>
<p>O desafio que se coloca agora ao País tem duas grandes dimensões: retomar o crescimento e seguir avançando na agenda social. Banerjee, Duflo e Kremer, vencedores do Prêmio Nobel de Economia deste ano, defendem o aumento de recursos para políticas públicas voltadas aos mais pobres, combinadas a avaliações de sua efetividade, isto é, do resultado gerado.</p>
<p>Em entrevista concedida no dia 14 de outubro ao Estadão, o professor do Insper Naércio Menezes Filho explica os achados dos três pesquisadores. Utilizando método similar ao que é aplicado nos experimentos de Biologia ou Física, criam-se grupos de controle para observar, seguindo critérios de aleatoriedade, os efeitos de determinada política pública. Naércio dá um exemplo: “É possível avaliar se um programa de desparasitação (distribuição de um medicamento eficaz contra um ou vários parasitas), por exemplo, tem impacto na saúde das crianças e no seu desempenho escolar”.</p>
<p>Os ganhos dessas inovações poderão ser enormes para as políticas públicas mundo afora. O Brasil, por exemplo, adotou uma série de ações, como o programa de medicamentos genéricos, na minha gestão no Ministério da Saúde, ou mesmo o Saúde da Família, que poderiam passar a ser avaliadas por meio dessas novas técnicas. O ganho seria o de adotar critérios baseados em evidência empírica para decidir sobre o aumento de recursos a uma política com alto grau de efetividade, de resultado, e o corte de dinheiro de uma ação que gera pouco ou nenhum efeito na vida das pessoas.</p>
<p>Naércio afirma ao repórter do Estado que, “quando se olha para os últimos 30 anos, dá para perceber que o Brasil progrediu muito. As pessoas que nasciam pobres não tinham uma esperança na vida. Hoje, mesmo com a crise econômica, não se vê mais tantas pessoas migrando para as cidades mais ricas ou um grande volume de gente passando fome”.</p>
<p>De fato, é possível melhorar muito a vida das pessoas aprimorando políticas públicas existentes e aumentando os recursos para ações voltadas à redução da pobreza, da mortalidade infantil, dentre outras tantas áreas. Falo por experiência prática, tanto na Prefeitura quanto no governo do Estado ou nos cargos que ocupei no Executivo federal.</p>
<p>Lembro-me de como a dra. Zilda Arns, por exemplo, fazia verdadeiros milagres com pouquíssimos recursos, no âmbito da Pastoral da Criança. As ações continuaram e foram ampliadas. Baseiam-se em visitas às famílias, orientação sobre higiene e nutrição. Gestos simples, como lavar as mãos antes de lidar com o bebê, podem evitar um sem número de doenças. Numa entrevista ao Roda Viva, em 2001, a dra. Zilda disse que gastava apenas R$ 0,86 por criança ao mês. Em valores atuais, estamos falando de R$ 2,48.</p>
<p>Minha ideia não é deixar em segundo plano as ações macrofiscais, mas caminhar mais rapidamente, em paralelo, naquilo que está às mãos do governo e do Congresso, desde já. O crescimento econômico está se recuperando, mas ainda muito lentamente. Não podemos apenas cruzar os braços e esperar que os juros mais baixos impulsionem o consumo e os investimentos.</p>
<p>Há ações baratas ou sem custo que poderiam render aumento expressivo do bem-estar social, sobretudo aos mais pobres, que mais dependem do Estado. Realocar recursos de ações pouco efetivas para políticas públicas com bons resultados é uma das maneiras de fazer isso. Como exemplo, cito o projeto de lei que apresentei recentemente no Senado para estimular a educação superior a partir de uma reserva financeira criada pelo Estado para todas as crianças nascidas em famílias pobres.</p>
<p>Deveríamos, o quanto antes, seguir o norte apontado pelos ganhadores do Nobel de Economia. Para isso, trata-se de aprender com o que já foi feito no passado, sobretudo desde a Constituição de 1988, adotar práticas de avaliação de revisão periódica dos gastos públicos e aprender com o que há de melhor na academia, transformando ideias em políticas públicas. Dá para fazer.</p>
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